A Diocese

Mapa

A diocese de Setúbal, coincidindo praticamente com a Região Pastoral de Setúbal já formada no Patriarcado de Lisboa em 29 de Maio de 1966, foi ereta em 16 de Julho de 1975, pela bula Studentes Nos do Papa Paulo VI. A 26 de Outubro do mesmo ano foi ordenado, na Sé Catedral de Santa Maria da Graça, o primeiro bispo da diocese D. Manuel da Silva Martins.

 

POPULAÇÃO

A Diocese de Setúbal tem uma população de, aproximadamente, 720.000 habitantes.

São 57 as paróquias ou comunidades equiparadas (“quasi-paróquias”), agrupadas em 7 Vigararias.

Segundo o censo de 2001, o último que se realizou, 508.053 habitantes (70,8%) declararam-se católicos; 155 judeus; 1835 muçulmanos; 1249 praticantes de religiões não cristãs; 179.397 (25%) não responderam ou declararam não professar qualquer religião.

Mais de um quarto desta população (28,32%) tem menos de 25 anos e apenas 19,28% tem mais de 65 anos. A franja etária maioritária é a dos 25 aos 64 anos (57,07%), sendo esta percentagem, ao contrário das outras duas, superior à média nacional.

A taxa de natalidade é de 1,21% (ligeiramente superior à taxa nacional: 1,1%). A taxa de mortalidade é de 9,5%, sendo o índice de envelhecimento de 94,2% (inferior ao índice nacional: 105,5%).

 

TERRITÓRIO

O território da Diocese de Setúbal tem uma superfície de aproximadamente 1.500 km2, abrangendo 9 dos 13 concelhos do distrito de Setúbal: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal e ainda três parcelas territoriais que integram a paróquia da Comporta (freguesia de Comporta, uma parcela da freguesia Santa Maria do Castelo, ambas pertencentes ao concelho de Alcácer do Sal; e Tróia, pertencente à freguesia de Carvalhal, concelho de Grândola).

Pastoralmente está dividido em 7 vigararias forâneas: Almada, Barreiro-Moita, Caparica, Montijo, Palmela-Sesimbra, Seixal e Setúbal.

A diocese de Setúbal, coincidindo praticamente com a Região Pastoral de Setúbal já formada no Patriarcado de Lisboa em 29 de Maio de 1966, foi ereta em 16 de Julho de 1975, pela bula Studentes Nos do Papa Paulo VI. A 26 de Outubro do mesmo ano foi ordenado, na Sé Catedral de Santa Maria da Graça, o primeiro bispo da diocese D. Manuel da Silva Martins.

 

BRASÃO DA DIOCESE

DESCRIÇÃO HERÁLDICA

Mitra de ouro, carregada de cruz da Ordem de Santiago de branco, com circulus de verde e fanhões de verde e ouro. Tudo circundado por anel ovado, cortado de prata e ouro, tendo no segundo a inscrição em letras azuis maiúsculas “DIOCESE DE SETÚBAL”.

Escudo ovado, de azul, duas burelas ondadas de prata em ponta, tudo tendo brocante, cruz latina firmada de ouro, carregada por torre de verde, aberta e iluminada de prata, encimada por luzeiro de oito pontas de verde.

ELEMENTOS CONSTITUTIVOS

Escudo (em esmalte metal – prata e ouro): Elemento principal em que o brasão é mostrado com os vários elementos constitutivos. Forma oval, tipicamente atribuída ao clero. Este escudo é formado por duas áreas distintas, uma espécie de listel ovalado incorporado, formado de duas partes em prata e ouro e um escudo oval menor (em pretensão ou sobrescudo) como uma forma de combinação heráldica (marshalling) em esmalte azul e com duas linhas onduladas, sugerindo toda uma região entre dois grandes rios (Tejo e Sado).

Mitra (em ouro e verde): “Chapéu” alto e largo, fendido na parte superior, com duas fitas que cobrem o escudo. Insígnia eclesiástica (Símbolo ligado aos paramentos e alfaias litúrgicas) constituindo o elemento principal de identificação da dignidade episcopal, símbolo da comunhão diocesana através do serviço e governo do Bispo.

Espada (a branco): Cruz da Ordem de Santiago Espada representando os poderes temporais do Bispo nos territórios da sua diocese. Distintivo de uma Ordem Religiosa de Cavaleiros dedicados a defender os peregrinos. A cruz de Santiago é uma cruz latina simulando um lírio em forma de espada. Também pode simbolizar, em certo sentido, tomar a espada em nome de Cristo.
Alusão à memória da Ordem de Santiago que esteve sediada na Diocese e que administrou grande parte deste território.

Cruz (em ouro): Trespassa o escudo de alto a baixo e recorda o ministério do bispo em referência e continuidade com o ministério pastoral de Cristo (Trono e Redenção) – Também os quatro pontos cardeais – universalidade da missão da Igreja.

Estrela (stella maris – em esmalte verde): Estrela de oito pontas, que figura a devoção à Mãe de Cristo, símbolo da Igreja. Invocação mariana da Padroeira da Diocese – Santa Maria da Graça.

Torre (turris ebumea – em esmalte verde): Atributo da Virgem Maria; símbolo de nobre pureza (epítetos de Maria) – símbolo mariano.

Burelas ondadas: Representa os dois rios que “banham” a diocese: Tejo e Sado.

Listel (em esmalte ouro): Com a inscrição “Diocese de Setúbal”, este listel encontra-se dentro do escudo.

 

 

Vigararia de {{ vigararia }}

Vigário

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Equipa Vicarial

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Paróquias

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