D. José Ornelas recebeu, na Sé, os catecúmenos adultos da Diocese

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No passado domingo, o III da Quaresma, dia 04 de março, realizou-se na Sé de Setúbal a celebração diocesana do primeiro Escrutínio e a Tradição do Símbolo, presidida por D. José Ornelas. Alguns catecúmenos adultos da Diocese, que nas mais diferentes Paróquias se preparam para receber o Batismo na Vigília Pascal, estiveram presentes acompanhados pelos seus catequistas e padrinhos.

Num breve comentário à leitura do Evangelho que relata o encontro entre Jesus e a mulher samaritana, D. José Ornelas referiu: “Deus é o único que tem a vida que não acaba. Ele vem, dá-nos o Seu Espírito, a água viva que promete à samaritana, e dá outro horizonte à nossa própria vida. É no Batismo que cada um de nós começa a viver esta vida que não acaba”.

Na celebração, os catecúmenos receberam o Credo (a Tradição) das mãos do Bispo de Setúbal que afirmou, na ocasião, que aquela é a “carta constitucional” onde os cristãos afirmam a sua fé.

“Levem e conservem esta carta constitucional onde afirmamos os princípios da nossa fé. Que cada um de nós seja capaz de a proclamar com alegria. E mesmo em tempo de dúvidas, creiam que o Pai não perde o vosso GPS. Tenham sempre o olhar posto no céu, com carinho e confiança”, disse o Prelado.​

O Escrutínio e a Tradição do Símbolo estão previstos no Ritual da Iniciação Cristã de Adultos, que os descreve desta forma (n.º 25):

1) Os «escrutínios», que devem ser celebrados solenemente ao domingo, têm em vista o duplo fim acima referido, a saber: pôr a descoberto o que no coração dos eleitos possa haver de fraqueza, enfermidade ou malícia, para que seja curado, e o que há de bom, válido e santo, a fim de o fortalecer. Os escrutínios destinam-se a libertar do pecado e do demónio e ao fortalecimento em Cristo que é o caminho, a verdade e a vida dos eleitos.

2) As «tradições», pelas quais a Igreja entrega aos eleitos os antiquíssimos documentos da fé e da oração – o Símbolo e a Oração dominical –, têm como finalidade a sua iluminação. No Símbolo, em que se proclamam as maravilhas de Deus para salvação dos homens, os olhos dos eleitos são inundados de fé e de alegria. Na Oração dominical, reconhecem em toda a sua profundeza o novo espírito de filhos, pelo qual chamam a Deus seu Pai, sobretudo na assembleia eucarística.

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06 de Março de 2018