O dia 16 de julho de 2024 foi a data escolhida pelo bispo de Setúbal para dar início às comemorações do Jubileu Diocesano que marca os 50 anos da fundação da Diocese de Setúbal.
Neste sentido, o dia foi repleto de momentos significativos. Desde logo, o cardeal D. Américo Aguiar visitou as quatro igrejas jubilares da diocese, lugares que vão acolher todos os que desejem ali peregrinar e receber a Indulgência Plenária que o Papa permitiu que ali fosse concedida a todos quantos cumprissem com os critérios para a receber.
No Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, no Santuário de Cristo Rei e no Santuário de Nossa Senhora da Atalaia, o bispo de Setúbal entrou, rezou e teve uns momentos com o reitor de cada um dos espaços, como forma também de assinalar o início desta peregrinação de um ano que, pede D. Américo, possa acontecer não apenas no coração, mas na vida de cada um dos fiéis da diocese de Setúbal.
O Pe. Carlos Silva, reitor do Santuário de Cristo Rei, afirma que este gesto de transformar os santuários da diocese em locais de peregrinação para a Indulgência plenária reforça a “identidade, o carisma e a história”. “Os santuários são lugares com muita procura de encontros espirituais fora da realidade das nossas vidas cristãs do dia a dia. E ter mais este chamariz espiritual, para ser fonte de reconciliação através da indulgência plenária, e de comunhão, naturalmente reforça a nossa proposta pastoral e o que queremos que o Santuário seja: um lugar de paz e do Coração de Jesus”, referiu.
A Igreja de Santa Maria da Graça, em Setúbal, foi a última igreja a ser visitada, já que foi o espaço escolhido para o Te Deum, oração cantada que marcou o início oficial do Jubileu.
Numa Sé repleta de fiéis, o Cardeal D. Américo Aguiar presidiu ao Te Deum, oração que foi enriquecida com a participação do Coro Cetóbriga Chamer Choir, de Setúbal.

Numa pequena pregação que fez durante a celebração, agradeceu a presença de todos e convidou todos a peregrinar em direção às Igrejas jubilares, não apenas pelo caminho, mas para que o caminho possa seguir “fonte de inspiração para a mudança”, como deveria acontecer em todas as peregrinações. “Peregrinamos para sairmos melhores do que quando começámos, e é esse o desafio deste ano”, reforçou no final da celebração.
Texto e fotos: Ricardo Perna







