2.º Encontro Preparatório para a JMJ Seul 2027
Seul, 14 a 17 de setembro
Três anos depois, o que permanece?
Gosto de pensar que, tal como nos espera a eternidade, também existe uma eternidade que nos precede. E, neste movimento do tempo, Deus revela-Se no sopro do Espírito, na carne e no sangue do Filho, entrando na nossa história e fazendo dela lugar de encontro. Assim no-lo revela a história da Humanidade, assim no-lo confirma a vida de Jesus e assim nos inquieta a certeza de que, quando o Espírito sopra, nunca sabemos inteiramente o que nos traz, por onde nos conduz, nem aquilo que fará nascer depois de nós. Talvez seja esta uma das primeiras coisas que uma Jornada Mundial da Juventude nos ensina: há acontecimentos que terminam no calendário, mas não terminam na vida.
É por este caminho, humano e divino, que um acontecimento da dimensão de uma Jornada Mundial da Juventude encontra o seu espaço, se entende e se oferece a todos, todos, todos. Foi por este caminho que andei na preparação da JMJ Lisboa 2023 e julgo que é este mesmo caminho que todos somos convidados a percorrer de novo, de um modo muito particular os nossos queridos irmãos da Igreja da Coreia: desde os meus irmãos no episcopado até ao mais desconhecido voluntário, aquele cujo nome talvez nunca venha a aparecer numa fotografia, numa notícia ou num relatório, mas que terá um lugar único e insubstituível na JMJ Seul 2027.
Aprendi com os meus queridos predecessores desta aventura, os irmãos da Igreja do Panamá, e depois com todos os que trabalharam na organização da JMJ Lisboa 2023, uma coisa muito simples: ninguém está verdadeiramente preparado para fazer acontecer uma Jornada Mundial da Juventude. E acrescentaria hoje: ninguém sabe verdadeiramente aquilo que uma Jornada fará acontecer. Podemos estudar, planear, procurar os melhores especialistas, fazer reuniões atrás de reuniões, construir cenários e antecipar problemas. E devemos fazê-lo. Mas há uma parte de uma Jornada que não se planeia. Não se planeia uma conversão, não se programa uma vocação, não se coloca numa folha de cálculo uma reconciliação. Não se consegue prever a oração de um jovem que, no meio de uma multidão, descobre que Deus lhe fala a ele. Precisamente a ele. Uma Jornada é um caminho. Um caminho com curvas e lombas, com margens estreitas e planícies a perder de vista; um caminho em que enfrentamos tempestades e tempos de bonança, dias de sol e dias em que o céu se cobre de nuvens. E é, sobretudo, um caminho impossível de fazer sozinho. Nem sequer é possível fazê-lo apenas com os nossos maiores amigos, com aqueles que conhecemos melhor e em quem mais confiamos.
Uma Jornada obriga-nos a sair e a confiar. Obriga-nos a abrir a porta a quem não conhecemos, a trabalhar com quem pensa de maneira diferente, a construir pontes onde antes talvez víssemos apenas distâncias. No fundo, obriga-nos a experimentar aquilo que tantas vezes anunciamos: a Igreja é comunhão. Cada Jornada é muito mais, muitíssimo mais, do que o número de dias que contamos desde a celebração que marca o seu início até à última celebração com os voluntários. Começa muito antes e, se verdadeiramente a deixarmos entrar na nossa vida, termina muito depois.
Talvez nunca termine.
Nesta terra abençoada pelo dom da Fé já se deram milhares de passos neste caminho e tenho a certeza de que são já muitas as histórias, os sorrisos e também as lágrimas que poderiam partilhar connosco. Hoje, algumas dessas histórias ainda estão a ser escritas. Algumas dificuldades parecem demasiado grandes, algumas perguntas continuam sem resposta e algumas decisões ainda tiram horas de sono a quem tem a responsabilidade de as tomar. Conheço isso! Mas daqui a um ano, aquilo que hoje parece um problema poderá ser contado como uma história; aquilo que hoje provoca preocupação poderá ser recordado com um sorriso; e aquilo que hoje ainda não conseguimos compreender poderá ser visto com uma clareza, uma alegria e uma esperança que nos hão de comover a todos. Foi assim em Portugal. Foi assim em Lisboa. E terá sido assim por todo o mundo, onde homens e mulheres, de todas as idades e condições sociais, de diferentes carismas, movimentos, comunidades e famílias religiosas disseram sim a este projeto de Deus.
Idealizada por São João Paulo II, a Jornada Mundial da Juventude atravessou já quarenta anos da história recente da Igreja e sucessivos pontificados como um farol de luz, de vida e de esperança para a Humanidade. E continua.
Foi assim comigo quando recebi o convite para organizar a nossa Jornada e me vi com uma folha de papel na mão e uma lista de possíveis colaboradores para, juntos, iniciarmos a sua preparação. Uma folha de papel! Podemos procurar os maiores especialistas nesta ou naquela área, ler tudo o que se escreveu sobre Jornadas anteriores, reunir com quem nos precedeu e pedir ajuda a quem acompanha e tutela este encontro. Devemos fazer tudo isso. Mas nada nos prepara completamente para a dimensão daquele que é o maior encontro de jovens do mundo. E talvez seja bom que assim seja, porque esta nossa santa ignorância abre espaço à humildade, recorda-nos que não controlamos tudo, obriga-nos a confiar uns nos outros e, sobretudo, deixa espaço para a certeza de que, sem Deus, nada somos.
Pedem-me que vos fale do legado da JMJ Lisboa 2023, mais do que da sua preparação ou da vivência daquela primeira semana de agosto. Mas é difícil falar do depois sem trazer à memória o antes e o durante. Porque, se para os jovens peregrinos que chegam de todo o mundo tudo parece começar quando “aterram” no acolhimento de cada Jornada, para as centenas e milhares de voluntários tudo começou muito mais cedo. E, para a organização, muito, muito mais cedo. E aqui permitam-me partilhar uma convicção que Lisboa confirmou profundamente em mim: o voluntário é o tesouro mais valioso de uma Jornada Mundial da Juventude. Não digo isto apenas porque sem voluntários seria impossível acolher, orientar, alimentar, transportar e acompanhar centenas de milhares de jovens. Tudo isso é verdade, mas é pouco para explicar aquilo que um voluntário representa.
O voluntário vale, antes de mais, pelo testemunho. É alguém que oferece aquilo que hoje talvez seja um dos bens mais preciosos que possuímos: o seu tempo. Oferece as mãos, a inteligência, o coração, o cansaço, muitas vezes as férias, e fá-lo sem esperar nada em troca. Na JMJ Lisboa 2023 vi voluntários fazerem coisas extraordinárias, mas vi sobretudo milhares de pessoas fazerem extraordinariamente bem coisas muito simples: um sorriso, uma indicação, uma garrafa de água, uma palavra numa língua que mal conheciam, uma presença junto de quem estava cansado, desorientado ou simplesmente precisava de alguém. E descobri que é precisamente aí que uma Jornada ganha rosto. Podemos ter os melhores palcos, os melhores planos, os melhores sistemas e a melhor organização. Tudo isso é necessário. Mas nenhuma tecnologia substitui um rosto que acolhe, umas mãos que servem e um coração disponível. Por isso, quando penso no legado de Lisboa, penso inevitavelmente nos voluntários. Eles não foram apenas aqueles que tornaram possível a Jornada. Eles foram, eles próprios, Jornada.
E é também por isso que vos digo, pensando já em Seul 2027: cuidem dos vossos voluntários. Escutem-nos, formem-nos, confiem neles, acompanhem-nos e ajudem-nos a compreender que não estão simplesmente a prestar um serviço a um grande evento. Estão a participar numa missão da Igreja. Muitos chegarão para dar uma semana, um mês, um ano ou dois anos da sua vida. Mas, se esta experiência for verdadeiramente encontro, partirão levando muito mais do que aquilo que deram. Foi isso que vi em Lisboa. O voluntário é o tesouro mais valioso da JMJ porque, quando se oferece, descobre muitas vezes que também ele foi encontrado. E talvez por isso guarde de forma tão viva um momento que nunca esqueci.
Estávamos reunidos numa grande sala de trabalho, na sede do Comité Organizador Local, para conhecermos mais uma etapa da preparação. Éramos tantos que muitos estavam de pé e as janelas estavam fechadas por causa do calor. Quase no final da apresentação, o voluntário que estava a falar disse uma coisa muito simples: nada daquilo seria possível sem a força do Espírito Santo. E, naquele exato momento, uma das janelas abriu-se de par em par com o sopro do vento. Fez-se silêncio. Não foi preciso acrescentar nada. Ainda hoje, quem estava naquela sala se recorda daquele momento. Não sei explicar-vos o que aconteceu — e talvez nem seja preciso explicar tudo —, mas sei que aquele momento nos recordou uma coisa fundamental: a Jornada era nossa, mas não era apenas nossa.
Acredito que estes quarenta anos de Jornadas tenham milhares de momentos, histórias e testemunhos assim. São também eles o legado que devemos preservar, contar e recontar, não para alimentar uma nostalgia do passado, mas porque nos falam da forma como Deus continua a atuar no meio dos homens e das mulheres do nosso tempo. Há sempre uma dimensão pessoal e uma dimensão comunitária quando nos atrevemos a fazer este exercício de olhar para um passado vivido com Deus. E vem-me à memória, sem qualquer pretensão de comparação, a passagem dos discípulos de Emaús. Eles fizeram o caminho, escutaram Jesus, falaram com Ele e sentaram-se à mesa com Ele, mas só depois compreenderam plenamente Quem tinha caminhado ao seu lado. E então perguntaram: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava?»
Talvez uma Jornada também precise deste “depois”. Precisamos de regressar a casa, de deixar assentar a poeira dos caminhos e de voltar à vida normal para começarmos a perceber aquilo que verdadeiramente aconteceu.
Acredito que, para muitos de nós, este arder do coração permanece sempre que recordamos a JMJ Lisboa 2023: pelos momentos inesquecíveis, pelo silêncio e pela festa, pelas conversas a dois, a três ou a quatro, pela alegria que tomou conta das ruas, pela esperança que os jovens são — não apenas para o futuro, mas para o presente da Igreja —, pelo acolhimento nas famílias e nas paróquias e pelas palavras que escutámos.
E, naturalmente, por aquelas três palavras que atravessaram Lisboa e depois atravessaram o mundo: todos, todos, todos. Este coração que arde é legado que permanece. Cada Jornada é precedida pela Peregrinação dos Símbolos: a Cruz Peregrina e o Ícone de Maria, Salus Populi Romani. Em Portugal, os Símbolos percorreram todas as dioceses, incluindo as ilhas dos Açores e da Madeira. Quando olho hoje para essa peregrinação, percebo de forma ainda mais clara que uma Jornada é muito mais do que a semana em que acontece. A Jornada sai, vai ao encontro, bate às portas e chega a lugares onde talvez nunca chegassem os grandes acontecimentos. É verdadeiramente missionária. Sai daquele espaço físico e temporal e ganha uma dimensão nacional, decisiva quando chega a hora de colher os frutos das sementes lançadas à terra.
E aqui temos de aceitar outra coisa: nunca conheceremos todos os frutos. Nunca saberemos inteiramente o que aconteceu no coração de cada peregrino, nem todas as decisões tomadas em silêncio. Nunca saberemos quantos jovens voltaram a rezar, quantos descobriram uma vocação, quantos se reconciliaram com alguém, quantos regressaram às suas comunidades ou quantos começaram simplesmente a fazer uma pergunta que antes nunca tinham feito. A semente não faz barulho quando germina. Mas germina. Também aqui nos é pedida uma confiança sem temor na bondade infinita de Deus por cada um de nós. Posso falar por mim.
Conheci a natureza humana numa dimensão muito mais alargada do que até então. Aprendi a importância da paciência e da humildade de uma forma nova — exigente, por vezes muito exigente, mas profundamente compensadora. Confirmei também a necessidade de sairmos dos nossos casulos, dos lugares seguros e confortáveis, para nos lançarmos no desconhecido das instituições oficiais, do mundo empresarial e de tantas realidades que constituem a vida social, política, económica e cultural de um país. E isso também foi Jornada.
Naqueles dias fomos claramente uma Igreja mais aberta ao mundo: uma Igreja capaz de conversar e de escutar, capaz de pedir ajuda, capaz de trabalhar com quem não pensa como nós; uma Igreja capaz, no fundo, de fazer aquilo que Jesus continua a pedir-nos: ir às periferias, falar com quem não acredita, sentarmo-nos à mesa com quem habitualmente não nos sentamos e anunciar o Evangelho sem receios nem pudores.
E agora? Agora começa talvez a parte mais difícil. Porque organizar uma Jornada é difícil, mas viver depois da Jornada pode ser ainda mais exigente. Escrevi estas linhas no dia em que celebrávamos a Festa da Transfiguração de Jesus. «Senhor, que bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas…» Percebemos bem Pedro. Também nós gostaríamos, tantas vezes, de ficar no monte, de permanecer naquele momento em que tudo parece fazer sentido, em que a multidão nos dá força, em que a alegria é contagiante e sentimos quase fisicamente a presença de Deus. Mas a vida não é uma Jornada permanente. É preciso descer do monte. Jesus não nos deixa construir as tendas. Manda-nos descer e voltar às nossas casas, às nossas dioceses, às nossas paróquias, às nossas famílias, às nossas escolas, universidades e locais de trabalho. E é aí que começa a pergunta verdadeiramente importante sobre o legado: o que fazemos, na planície, com aquilo que recebemos no monte?
Estive recentemente no 2.º Encontro Nacional de Jovens, a que chamamos Rejoice. O encontro aconteceu numa cidade do interior norte de Portugal, em tempo de férias para muitos. E férias em Portugal significam, muitas vezes, sair do país ou rumar ao Sul… Não éramos uma grande multidão. E ainda bem que isto também nos ensina alguma coisa. Porque a alegria que testemunhei, os tempos de oração e celebração que partilhei e a capacidade daqueles jovens de fazer acontecer provaram-me, uma vez mais, que a JMJ Lisboa 2023 continua a dar frutos. Nem sempre serão árvores carregadas de frutos. Às vezes será apenas um pequeno rebento. Mas existe, cresce e multiplica-se. Assim aconteceu sempre e assim continuará a acontecer.
As multidões enchem-nos de alegria e confiança. São importantes, são belas e fazem-nos perceber que não estamos sozinhos. Mas será sempre no recato de cada vida que se fará o milagre do encontro com Jesus vivo no meio de nós. Talvez seja este, afinal, o maior legado de uma Jornada. Não são os números, nem os palcos, nem as imagens aéreas de uma multidão impressionante, nem aquilo que conseguimos colocar num relatório. O verdadeiro legado tem rosto. É o rosto de um jovem que regressou a casa diferente; de um voluntário que descobriu que servir pode ser uma forma de felicidade; de uma família que abriu a porta a um desconhecido e, alguns dias depois, se despediu de um amigo. É o rosto de uma comunidade que percebeu que os jovens não são apenas o futuro da Igreja. Os jovens são Igreja agora. É o rosto de alguém que, no meio de mais de um milhão de pessoas, descobriu que Deus conhecia o seu nome.
Temos responsabilidades e vocações diferentes, mas caminhamos juntos. Inspiramo-nos, ajudamo-nos e corrigimo-nos mutuamente, e cada um deve fazer a sua parte. Ninguém faz uma Jornada sozinho: nenhum bispo, nenhum comité organizador, nenhum governo, nenhum patrocinador, nenhum voluntário, nenhum jovem. Mas, quando cada um oferece aquilo que tem, mesmo quando parece pouco, Deus encontra espaço para fazer muito mais. Foi isso que vimos em Lisboa. E é isso que desejo, de coração, para Seul.
Não desejo que façam uma cópia de Lisboa. Não faria sentido. Seul não tem de ser Lisboa. Tal como Lisboa não foi Panamá, o Panamá não foi Cracóvia e Cracóvia não foi Madrid. Cada Jornada tem um rosto, cada povo tem uma história e cada Igreja tem um dom para oferecer à Igreja universal. A JMJ Seul 2027 terá o rosto da Coreia. Terá a vossa cultura e a vossa história, a vossa fé e as vossas feridas, a vossa esperança e os vossos jovens. E terá também aquilo que nenhum de nós consegue ainda imaginar. Porque o Espírito continua a soprar e, quando o Espírito sopra, nunca sabemos inteiramente o que nos traz. Foi assim que comecei e é assim que gostaria de terminar.
Daqui a alguns anos, alguém vos perguntará: «O que ficou da JMJ Seul 2027?» Talvez nesse momento se recordem dos grandes acontecimentos e falem dos números. Talvez recordem uma celebração, uma dificuldade que parecia impossível de resolver, uma noite em que ninguém dormiu, um jovem que encontraram por acaso, uma palavra do Santo Padre ou um silêncio inesperado no meio de uma multidão. Mas espero que, acima de tudo, possam responder: ficaram pessoas diferentes. Ficaram corações que arderam, jovens que descobriram que têm um lugar na Igreja e no mundo, comunidades mais abertas e pontes onde antes havia distâncias. Ficou uma Igreja que voltou a experimentar a alegria de abrir as portas e dizer: todos, todos, todos.
E, se assim for, a JMJ Seul 2027 não terminará em 2027.
Continuará em cada jovem que regressar a casa, em cada vocação que nascer, em cada gesto de serviço, em cada comunidade que se deixar transformar e em cada coração onde Cristo permanecer vivo. E também eu agradeço. Obrigado por estar aqui convosco e por me permitirem recordar convosco a JMJ Lisboa 2023. Obrigado por todos aqueles que a tornaram possível e, de uma forma muito especial, por todos aqueles que nunca apareceram, nunca foram conhecidos e nunca receberam um aplauso. Obrigado pelos frutos que já conseguimos ver e obrigado também — talvez sobretudo — pelos frutos que nunca chegaremos a conhecer.
E obrigado por podermos estar, juntos, a preparar a JMJ Seul 2027.
Aos que já estão cansados, coragem. Aos que estão preocupados, confiança. E aos que sentem o peso da responsabilidade, não se esqueçam: não estão sozinhos. E aos voluntários quero repetir aquilo que procurei dizer ao longo destas palavras: vocês não são apenas uma ajuda necessária para que a Jornada aconteça. Vocês são um dos seus maiores tesouros. Cuidem uns dos outros. Deixem-se também cuidar. Sirvam, mas deixem que este serviço vos transforme. Porque uma Jornada não precisa apenas das vossas mãos. Precisa do vosso coração.
E aos jovens da Coreia e do mundo inteiro digo apenas isto: a Igreja espera-vos. Não para serem espectadores, nem apenas para ocuparem um lugar numa multidão, mas para serem protagonistas de uma história que Deus continua a escrever. Nós fazemos a nossa parte: preparamos o caminho, abrimos as portas e depois deixamos espaço. Porque o Espírito sopra. E, quando sopra, nunca sabemos até onde nos levará.
Muito obrigado.




