O sétimo dia da visita pastoral do nosso Bispo, o Cardeal D. Américo Aguiar, às paróquias de Cacilhas e Pragal foi vivido num ambiente de profunda proximidade humana, com especial atenção às instituições de apoio social, à justiça, à saúde e aos doentes.
A manhã começou às 10h00, com a visita ao Apoio Fraterno das Torcatas, onde o Bispo teve oportunidade de conhecer de perto o trabalho desenvolvido em favor de pessoas em situação de maior fragilidade. Este encontro foi marcado pela escuta, pelo reconhecimento do serviço prestado e pela valorização de uma resposta comunitária assente na solidariedade e no cuidado com os mais vulneráveis.
Pelas 11h00, seguiu-se a visita ao Tribunal Judicial de Almada, num momento de contacto com magistrados e funcionários judiciais. A Juíza do Tribunal sublinhou a importância desta presença, afirmando: “Da nossa parte é muito importante este tipo de vontade de querer conhecer as instituições e as pessoas.”
O Cardeal D. Américo agradeceu o trabalho realizado diariamente, destacando a importância de “reconhecer o trabalho, a entrega e a responsabilidade” de todos os que ali servem. Sublinhou ainda a dimensão humana da justiça, recordando que “não nos esqueçamos que atrás de cada papel há uma cara, há uma história, há uma família.”
Às 12h00, o Bispo visitou a USF São João do Pragal, onde tomou contacto com a realidade dos cuidados de saúde primários e com os desafios enfrentados pelos profissionais de saúde, valorizando o seu papel essencial no acompanhamento das pessoas e das famílias.
Durante a tarde, a partir das 15h00, o Cardeal D. Américo dedicou-se à visita a doentes, um momento vivido de forma mais reservada e prolongada, que ocupou o resto do dia. Estes encontros foram expressão de uma Igreja que se faz presença junto de quem sofre, levando palavras de esperança, conforto e proximidade.
Este sétimo dia da visita pastoral revelou, uma vez mais, uma Igreja que se aproxima das periferias humanas, que reconhece o serviço silencioso de tantas instituições e profissionais, e que coloca a dignidade de cada pessoa no centro da sua missão.




