No último domingo, dia 23 de fevereiro, a nossa Diocese celebrou o Jubileu Diocesano dos Acólitos no Santuário do Cristo Rei.
Este jubileu reuniu cerca de 90 acólitos de todas as idades vindo das várias vigararias da nossa Diocese.
Após uma oração inicial e de um momento de convívio, iniciaram-se os ateliers. Aqui, os acólitos foram divididos em dois grupos.
O primeiro grupo, composto pelos acólitos até ao 14 anos, esteve reunido com o Diácono Jonas Cardoso, num atelier sobre “Gestos Litúrgicos e a Importância do Serviço ao Altar”, onde relembraram a importância da missão de um acólito e alguns dos gestos mais importantes nas celebrações.
Já o segundo grupo, composto pelos acólitos acima dos 15 anos, assistiu a um atelier preparado pelo Pe. Telmo Nunes, diretor do Serviço Diocesano dos Acólitos, que lhes falou sobre São José como exemplo de serviço discreto e oração.
Terminados os ateliers e após mais uns breves momentos de convívio, chegou o momento chave deste Jubileu: a celebração da Eucaristia.
Partindo em procissão até à capela do Santuário do Cristo Rei, todos os acólitos, juntamente com os Padres Telmo Nunes e Luís Ferreira, receberam D. Joaquim Mendes, bispo emérito de Lisboa, que presidiu à Eucaristia.
Na sua homília, D. Joaquim Mendes deixou um apelo a todos os acólitos ali presentes: “(…) servi o Senhor com alegria e sede sinais e portadores do seu amor e da sua misericórdia com as vossas vidas. Sede acólitos santos”.
Também na sua homília, D. Joaquim relembrou a importância do perdão para a construção deste caminho de esperança a que o jubileu que vivemos nos chama, “Se me pedissem uma definição do que é um cristão, eu diria aquele que é capaz de perdoar, de perdoar, como diz Jesus, do íntimo do coração, de perdoar inclusivamente aos seus inimigos, a exemplo de Jesus e a exemplo de tantos cristãos de ontem e de hoje.”
Ainda sobre o perdão, o Bispo Emérito de Lisboa acrescenta: “Se tu não perdoas, não podes receber o perdão do Senhor. Se não perdoas, como é que podes rezar com verdade no Pai Nosso? Portanto, «perdoe-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido». O perdão do Senhor está condicionado ao nosso perdão. É um perdão sem reservas, sem condições, sem limites, sempre e a todos”.

Acabada esta celebração, o Pe. Telmo Nunes, diretor do Serviço Diocesano dos Acólitos, deixou ainda uma mensagem para todos os acólitos e jovens da nossa Diocese: “(…) o meu desejo é que este jubileu comemorativo dos acólitos aumente o desejo nas nossas paróquias, nas nossas comunidades, a mais jovens a poderem dar a vida, a mostrarem-se disponíveis para servir o altar da Eucaristia, para servir a Santa Missa, para sermos tanto mais de Jesus”.
Artigo: Lara Franquelim Alves
Fotografias: Ricardo Perna e Lara Franquelim Alves













