Ao partir para Seul, na Coreia do Sul, acompanhando da Mariana Frazão (JMJ Lisboa 2023) e do Luis Ponce Gil (JMJ Panama 2019 e JMJ Lisboa 2023), onde irei encontrar-me com os organizadores da Jornada Mundial da Juventude Seul 2027, levo comigo muito mais do que documentos e agendas de trabalho. Levo, sobretudo, rostos, histórias, encontros e uma profunda gratidão no coração.
Tal como, no passado, fomos acolhidos e ajudados de forma generosa pelos organizadores da JMJ Panamá 2019, chegou agora o momento de partilhar, com os irmãos e irmãs da Coreia do Sul, a experiência vivida na JMJ Lisboa 2023. Fazemo-lo com humildade, espírito de serviço e em plena sintonia com o caminho que o Papa Francisco nos pedia: uma Igreja que caminha junta, que escuta, que partilha e que se coloca ao serviço dos jovens.
Não posso partir sem dizer um obrigado muito sentido. Obrigado à juventude portuguesa, a Portugal e aos portugueses, por tudo o que fizemos juntos para tornar possível a JMJ Lisboa 2023. Foi obra de muitos corações, de muitas mãos e de uma fé vivida com alegria. A todos os que colaboraram diretamente, aos voluntários, às equipas, às comunidades e às famílias: obrigado, de coração — todos, todos, todos.
Levo o desafio da Papa Leão XIV de nos convertemos de Peregrinos de Esperança em Semeadores e Missionários da Esperança.
Que o Senhor vos recompense pela generosidade e pelo testemunho. Que Deus vos abençoe e proteja sempre. E que Maria, Mãe da Esperança, cuide de cada um e continue a acompanhar este caminho da JMJ, hoje em Seul e sempre, onde houver jovens dispostos a sonhar e a construir um mundo melhor.
+ Américo, Cardeal




